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Sentir com Sentido

14 de março de 2021
2 minutos

Aproximamo-nos de dois dias emblemáticos que este ano, por coincidência acontecem em dias muito próximos na nossa agenda. Falamos nada mais nada menos do que o Dia dos Namorados e o Carnaval. Uns adoram e vivem estas datas plenamente e cheios da emoção que as datas pedem, outros nem ligam. As duas vivências são válidas! Aquilo que vos convido a pensar é sobre o sentir, sobre toda a panóplia de emoções e sentimentos que cabem dentro de nós e que muitas vezes, empurrados pela rapidez do tempo e das exigências do dia-a-dia mascaramos de baixo do “está tudo bem”.

A luta pela liberdade durou vários anos, mas é ainda uma realidade, a luta por podermos sentir, simplesmente isso… E mais até, podermos exprimir-nos sem que isso fira a liberdade do outro, que muitas vezes rapidamente nos arruma demasiado facilmente no “estás com os azeites”, ou no célebre “estás de mau humor”. 

Vamo-nos desafiar a nós mesmos a permitirmo-nos sentir, mesmo as emoções mais desagradáveis, que doem e nos fazem querer escondermo-nos debaixo das mantas e ficar lá para “sempre”. Sentir sem culpas, aceitar que temos dias (aliás momentos) diferentes e que cada um deles desperta em nós reações emocionais diferentes. Aceitarmos que temos dias cinzentos e de tempestades internas que, às vezes, nem percebemos de onde vêm e nos apanham desprevenidos. Sentir, em toda a sua plenitude é saudável, esconder os sentimentos num cantinho da mente como se não existissem é que poderá, a longo prazo, ser problemático. Podemos até colocar o nosso melhor disfarce e ser mestres na arte de ignorar, mas os sentimentos estão lá e vão crescendo e acumulando até que se tornem maior que nós. 

Agora vamos tornar este desafio um pouco mais exigente…. Vamos procurar ouvir-nos, procurar compreender-nos (mesmo que a compreensão de hoje seja apenas que não percebemos nada e nos sentimos perdidos, isso também é válido sabem?). Esse é o primeiro passo para que possamos aceitar, gradualmente, que também os outros sentem! E muito e muitas coisas! Além disso, somos muito mais do que aquilo que sentimos, ninguém é “mal-humorado” só porque num dia está de mau humor porque…. podem ser tantos os motivos para acordarmos mal-humorados, não é? 

Muitas vezes o melhor que podemos dar aos outros é o espaço e a compreensão necessária para que à pergunta rápida do “Olá, tudo bem?”, a pessoa responda de forma sincera, sentindo-se aceite e não julgada.

Este ano (aliás, já desde o ano passado) estamos a viver tudo de maneira diferente e a tentar das formas mais criativas manter-nos na nossa normalidade (seja lá o que isso for para cada um), então vamos viver este Dia dos Namorados plenos de sentimentos, sozinhos ou a par, isso não é o mais importante. E vamos viver este Carnaval com fatos engraçados e em video-chamadas ou no sofá a ver televisão, como nos fizer mais sentido, mas vamos mascarar tudo menos as nossas emoções. Combinado?

Escrito por Dra. Rita Zacarias 14 de março de 2021

"Se ajudar uma pessoa por dia, não sabe o bem que lhe faria!"

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