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Patologias do cancro da mama

28 de março de 2021
11 minutos

PATOLOGIAS DA MAMA: conflitos biológicos

As patologias da mama são relatadas como falta de Proteção.

Como posso proteger o meu filho se eu mesma estou em perigo?

Apesar de nos últimos anos ter aumentado o número de casos de cancro da mama nos homens, abordarei este artigo aludindo diretamente à mulher pela sua função intrinsecamente maternal.

Antes de mais temos de recordar que somos seres biológicos, razão pela qual o nosso inconsciente prima antes de qualquer pensamento imposto pela nossa mente racional. Por essa razão:

A fêmea humana tende a considerar a sua casa como o seu ninho quando, sentindo-se segura baixo a proteção do seu macho, possa ter nele as suas crias para alimentá-las e protegê-las (=colocar de baixo da asa).

  • Na sintomatologia da mama sempre se tem de contemplar a lateralidade da mulher, uma vez que o papel que desempenham as dextras e esquerdinas é completamente diferente; as dextras está orientado ao ninho, em quanto que nas esquerdinas está ao exterior dela mesma.

Em consequência, os conflitos biológicos repercutirão de maneira muito diferente em cada caso.

Cuidando do ninho

O conflito geral das mamas vincula-se na proteção do ninho. O ninho é o conceito que impera e é comum em todas as patologias da mama. Este conceito, que possui um matiz análogo ao resto das espécies animais, na fêmea humana complica-se um pouco porque:

  • Para lá do ninho real temos também o ninho simbólico, uma vez que para o inconsciente ambas ideias são uma mesma coisa. 

Portanto para uma mulher o ninho pode ser a sua casa, o seu trabalho, o espaço de um grupo de amigos, de companheiros de dança, etc.

  • O significado do ninho alude, dependendo da mama afetada, a ninho estrito ou a ninho ampliado. Como já vimos, tem de se ter em conta a lateralidade da pessoa (dextra ou esquerdina biológica), qualidade com a qual nascemos e que nos muda a vida.

O mesmo acontece com o reino animal, a mulher unicamente aumentará a sua taxa de hormonas (= estrogénios) quando se sente no seu ninho e tudo nele está preparado para receber a sua descendência.

Só quando isto sucede, e não antes, vem a necessidade a acasalamento. Por este motivo desde a Psicossomática sabemos que a infertilidade está relacionada, numa considerável percentagem, com a impossibilidade de ter um ninho próprio.

Ninho estrito e ninho ampliado

Ninho estrito

Está intimamente ligado à função biológica materna, o que vem a ser alimentar, proteger e ocupar-se dos filhos, assim como sentir-se alimentado, protegido e atendido pela mãe.

Inclusive podíamos ampliar o conceito de filho a todo aquele ou aquela que esteja necessitado(a) de ajuda ou esteja baixo o seu cuidado, visto que o inconsciente não distingue categorias. Desta forma incluiríamos qualquer membro da manada que cumprisse estes requisitos:

  • Irmão, irmã, companheiro, aluno, afilhado, mascote, o pai idoso que não se consegue valer por si mesmo, etc.

O ninho estrito associa-se em mulheres dextras com a mama esquerda. E com o direito em mulheres esquerdinas.

Ninho ampliado

Nestes casos contemplamos as relações com aqueles aos quais percebemos como iguais ou complementares. Neste grupo, não só não se incluem os que não dependem de mim, antes pelo contrário, sou eu a que necessita sentir-se protegida por eles:

  • Companheiro, marido, colegas, amigos, inimigos, amante, pai, irmãos, chefes, sócios, rivais, etc.

No ninho ampliado, em mulheres dextras, corresponde à mama direita e nas esquerdinas à mama esquerda.

Há que assinalar que enquanto na mulher dextra o conflito base tem que ser com a Proteção, a mulher esquerdina vai vivê-lo com conotações de luta “guerras”, separação ou excessiva preocupação. Em nenhum caso são conflitos de tipo sexual. 

Patologias das mamas

 

A mama está formada por vários tecidos, sendo que o tecido afetado é o guia para encontrar a situação que se experimentou como conflitual. 

A saber:

  •  Glandular. 
  • Dérmico.
  • Conjuntivo ou de suporte.
  • Epitelial escamoso.

Cada glândula mamária é formada lobos (glândulas produtoras de leite), por ductos (pequenos tubos que transportam o leite dos lobos ao mamilo) e por estroma (tecido adiposo e tecido conjuntivo que envolve os ductos e lobos além dos vasos sanguíneos e vasos linfáticos), responsáveis da proteção perante substâncias nocivas.

Glândula mamária

O sentido biológico é o de nutrir, produzindo o leite necessário para proteger o outro (ter em conta que o leite atua como sistema imunológico).

Trata-se de um conflito arcaico de sobrevivência e falta de proteção de muita elevada intensidade, vinculado ao drama / disputas no ninho em relação a todos aqueles aos que a mulher tem maternalmente debaixo da sua protetoras asas.

A pessoa tem medo de que o ninho caía, se desfaça, além de sentir uma grande culpabilidade por crer não estar cumprindo com a sua função de proteger a sua cria.

Patologias

O tecido das glândulas mamárias está composto por células adenoma, dando lugar à sintomatologia conhecida como adenocarcinoma (carcinoma adenoide) e adenofibroma.

Mulher dextra

Se a mama afetada é a esquerda, o ressentir do conflito seria “o meu filho necessita-me, quero alimentá-lo, nutri-lo, protegê-lo”, “não posso alimentar o meu bebe”, “necessito a minha mãe”. 

Quando se trata da mama direita, buscamos em que aspeto ou aspetos “não me sinto alimentada pelo meu companheiro”, entendendo esta alimentação em termos de afeto, carinho e apoio, etc, ou “quero dar mais de mim mesma, não estou dando o suficiente”, se a pessoa teme pela vida do seu companheiro enfermo.

Mulher esquerdina

A patologia da mama esquerda indica um ressentir do tipo ”o meu companheiro está em perigo e não sei o que posso fazer”, “não quero ou não posso alimentar o meu companheiro”. Em certas ocasiões temos de considerar a relação com o pai “sinto-me separada do meu pai”, “meu pai não pode proteger-me”.

O ressentir detrás do conflito que afeta a mama direita é “o meu filho impede-me de me realizar” ou também “não me sinto alimentada pela minha família”.

Estes conflitos serão de pai / filho quando se manifestam no homem em vez da mulher.

Como dado relevante, indico que se descobriu que a glândula da mama possui a mesma origem das glândulas venenosas de alguns animais; as medusas, por exemplo, têm glândulas que provocam urticária.

Estas glândulas nos mamíferos derivam em glândulas sebáceas, sudoríparas, e mais tarde em glândulas da mama. O conflito que também temos de considerar é: “quero matar o predador”. O ressentir relaciona-se com um deseo inconsciente de rejeitar ser mulher: “não me quero como sou”, “não posso expressar a minha feminilidade”.

Canais galactóforos

A sua função é levar o leite produzido pela glândula até ao mamilo. O sentido biológico das ulcerações nos canais é fazê-los mais largos pelos seguintes motivos:

  • Dar lugar a um volume extra de leite.
  • Permitir um maior armazenamento.
  • Favorecer a saída do leite para que seja recebido rapidamente.

        Em consequência, uma vez que as glândulas mamárias continuam produzindo leite, a mama incha e dói.

O conflito geral é o de “separação, falta de proteção” (não se trata de uma separação sexual, mas maternal). Ainda assim, o conflito também pode guardar relação com a “falta de comunicação”… em relação aquelas pessoas que queríamos ter de sobre o nosso peito.

Quando falo de separação faço-o tanto em sentido literal, por exemplo se o meu filho vai estudar, viver longe, como simbólico: incompreensão, relação fria e/ou distante. Se a pessoa vive a par com um conflito de “drama no ninho” e ainda “falta de comunicação”, podem ver-se afetados, simultaneamente, a glândula mamária e os canais galactóforos.

Patologias

As doenças relacionadas com as células epiteliais são o cancro intraductal (carcinoma ductal invasivo), microcalcificações e fibroadenomas. A sintomatologia varia dependendo da intensidade do conflito e da sua duração, entre outras coisas pode haver comichão, dor, dormência, cãibras e pele excessivamente sensível ou tudo o contrário.

Um conflito da mama junto a outro que afete a pele, provoca uma sensação de queimadura e dor que será diretamente proporcional ao conflito próprio de separação: “não posso estar com os meus filhos e tenho medo de que sofram”.

Também pode haver ocasiões onde outros órgãos que, simultaneamente, ficam afetados juntamente com os canais mamários, sempre e quando leve impresso o conflito mãe/filho. Por exemplo os músculos flexores do braço esquerdo (até à mão), assim como a pele que os cobre (quando o conflito é largo e intenso).

Mulher dextra

Mama direita: está relacionada com um conflito de “não me sinto protegida pelo meu companheiro”, “o meu companheiro não está, sinto-me sozinha”, “tenho que ocupar-me de tudo”. Pode haver um grave problema de comunicação entre eles.

Mama esquerda: o conflito é do tipo “não posso proteger o meu filho porque me falta a proteção do meu companheiro” ou “não posso proteger o meu filho porque está longe de casa”. Comumente relaciona-se com a separação dos filhos.

Mulher esquerdina

Mama direita: a pessoa vive um conflito de “não posso proteger a minha família” ou também pode estar associado a um sentimento de separação “quero afastar-me da minha família e não posso fazê-lo”.

Mulher esquerdina: tem que ver com o companheiro num contexto de “não posso protegê-la”, “não posso separar-me dela”, “está tão em cima de mim que não me deixa fazer nada”. Tem sobretudo lugar em casais com dependência emocional.

Dermis da mama

A dermis é a capa situada entre a pele superficial (epidermis) e o tecido de suporte. O conflito geral é “mancha, humilhação, desapropriação, sujeira, desonra mental no ninho que atenta a integridade”.

O ressentir é “em casa sucedeu algo muito sujo”, “arrancaram-mo do peito”. Ocasionalmente tende a dar-se depois da operação e extirpação do tumor, perante a sensação de sentir-se desfigurada (cicatrizes e mutilações do peito, amputação).

Patologias

Quando o conflito é vivido com grande intensidade emocional aparecerá o melanoma (cancro da dermis); se é de baixa intensidade, pode mostrar-se como um abcesso, mastite aguda, inflamação o infeção da glândula mamária.

Os sintomas podem ser de supuração do mamilo, manchas castanhas, nódulos sobre a cicatriz, infeção local e dor.

Por vezes, quando a mama foi retirada na operação, apresenta-se um conflito denominado “tumor do peito fantasma”. 

Terminações nervosas

(bainhas de mielina dos nervos)

É um conflito de contato imposto, não desejado ou doloroso do tipo “não quero ser tocada”, “não desejo ser acariciada”, “quero manter-me separada”, “não quero seguir com a radioterapia”.

Os sintomas manifestam-se na zona onde a pessoa quere evitar o contato; neste caso seria na mama, mas também pode ter lugar noutras partes do corpo, como por exemplo o púbis.

Patologias

Carcinoma 

Tecido conjuntivo de suporte

A sua função, como o nome indica, é a de facilitar o apoio ou o suporte. Portanto, o conflito está relacionado com a falta de apoio e reconhecimento no ninho, mediante o qual a pessoa se sente completamente abandonada:

  • “Não sinto o apoio que necessito para criar um ninho”.
  • “Ninguém me apoia para cuidar do meu filho.”
  • ”Não me sinto apoiada pelo meu companheiro.”

Patologias

Localização na mama: dividimos a mama em quatro quadrantes, além do centro (mamilo), para colocar de maneira mais precisa a patologia e obter com isso maior informação sobre a situação conflitual.

Metade superior

Faz referência ao que eu dou ao outro, o conflito vive-se desde uma posição dominante: “sou a que me ocupo do meu marido”.

Metade inferior

Neste caso vive-se desde uma posição de inferioridade, o que eu necessito do outro: “necessito a minha mãe” (mama esquerda nas dextras), “não necessito o meu marido” (mama direita nas dextras), ao contrário nas mulheres esquerdinas.

Quando a patologia fica próxima da dobra do meio do tórax, o conflito tem um matiz de ocultismo “não pode saber-se, é um segredo”.

Metade externa

Em mulheres dextras, o conflito está relacionado com a família (exterior), como filho, marido, pai, chefe, companheiro, etc.

Metade interna

Em mulheres dextras, o conflito vive-o a pessoa sobre si mesma: “necessito ocupar-me de mim”, “estou em perigo no ninho”.

No centro (detrás do mamilo)

O conflito afeta por completo a pessoa: “estou centrada em mim”.

Se sano a minha perceção curo o meu corpo

A doença ajuda a curar uma perceção errónea da mente acerca da realidade para dar-nos conta que na verdade somente se trata da “minha realidade”.

É importante investigar na Ávore genealógica e no Projeto Sentido Gestacional, para conhecer a crença que sustenta dita percepção. O que é claro é que alguém, em algum momento, lhe veio bem esta solução. Trata-se de reconhecer o seu sofrimento, agradecer e perdoar.

O inconsciente é atemporal, e isto supõe uma grande vantagem na hora de resolução do conflito, uma vez que podemos ir ao momento preciso em que se deu, e aí expressar a emoção reprimida. 

Aqui me tens para te acompanhar nesse novo passo em direção à liberdade.

Antes de amar os outros, deves amar-te a ti mesma.

Escrito por Dra Fernanda Batista 28 de março de 2021

"Se ajudar uma pessoa por dia, não sabe o bem que lhe faria!"

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